Em uma das salas de um coworking, no centro da capital mineira, em Belo Horizonte, Michel Abras foi logo desmontando um dos entusiasmos mais apressados da era da inteligência artificial. Não, ele não acha que a IA veio substituir especialistas. Também não compra a ideia de que basta acoplar um agente a um processo antigo para que uma empresa, de repente, se torne mais produtiva.
Mestre e graduado em administração pela PUC Minas, hoje professor associado da Fundação Dom Cabral, Abras tem longa trajetória em finanças, estratégia e consultoria para médias e grandes empresas como Vale e Usiminas.
Em conversa com João Gabriel, CEO da Horizonte3, Michel olha para a IA menos como uma promessa mágica e mais como uma máquina de execução em escala. Uma máquina poderosa, sem dúvida, mas ainda assim uma máquina.
Horizonte3 — inteligência aplicada ao trabalho real.



