IA gera valor, mas só sai do piloto quando existe uma arquitetura que integra dados, modelos e interface, com custo controlado e uso no fluxo de trabalho.
Introdução
Disrupções tecnológicas podem ser gatilhos que destravam valor.
O calor do sol sempre esteve disponível em boa parte dos países do globo. Porém, para destravar seu valor como energia elétrica, foi necessário um gatilho: reduzir custo, padronizar a tecnologia e viabilizar a implantação em escala.
Com dados acontece algo parecido. Eles já estão disponíveis para a maior parte das empresas. No Brasil, três em cada quatro pequenos negócios já usam ferramentas digitais no dia a dia, o que, na prática, significa que algum nível de sistema e registro de operação já existe.
O problema é que a maioria ainda não encontrou o gatilho que destrava o valor desses dados. Estão sentadas sobre valor, mas presas em conciliações manuais, métricas genéricas e baixa utilização do que já coletam. E isso piora quando os sistemas não conversam bem entre si, ou quando o ERP vira um arquipélago de customizações e integrações difíceis de manter.
Horizonte3 — inteligência aplicada ao trabalho real.



